Um remédio, e um pouco de fé na humanidade 

Ontem no aeroporto eu comecei a sentir muita dor de garganta, justo depois que despachei a mala com meus remédios.

Perguntei a um garçom que estava do lado de fora de um restaurante, se ele podia me dizer onde naquela parte do aeroporto havia uma farmácia. Ele me perguntou o que eu queria comprar, e eu respondi que precisava de um anti-inflamatório porque estava com dor de garganta. 

Ele então me disse que onde eu estava era a sala de embarque e não tinha farmácia, mas que em vinte minutos acabaria o turno dele e ele poderia buscar o remedio, já que por ele trabalhar lá, ele poderia entrar e sair daquela parte do aeroporto. Isso era por volta das cinco da tarde e ele me perguntou que horas seria o meu voo, eu respondi que seria as seis e trinta da tarde. Então quando encerrou o turno dele, ele foi até onde eu estava sentada e pegou uma nota de cinquenta reais que eu entreguei para que ele me comprasse o remedio. 

O tempo foi passando, e meus colegas me disseram que eu fui muito corajosa em entregar meu dinheiro a um desconhecido. Eu disse que não tinha outra saída, e que eu precisava ter um pouco de fé na humanidade. 

Logo em seguida, eu vi o senhor chegando rápido e fui ao seu encontro. Ele me entregou um pacote com o remédio, o troco e a nota fiscal.

Mesmo no momento em que estamos vivendo, onde vemos mais lutas de egos do que ações, podemos perceber que quando colocamos fé na humanidade…ela retribui de volta! 

❤  
Na foto o local de trabalho do protagonista.

Até a próxima! 

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