Projeto Escola em Uganda

Alguns meses atrás comecei a pesquisar trabalho voluntário para ser feito online, devido a minha rotina maluca de trabalho, e também porque eu gostaria de ter experiências sólidas de trabalho voluntário para compartilhar aqui no blog, já que vira e mexe eu escrevo algo sugerindo isso como opção. 🙂

A partir do portal de trabalho voluntário chamado Atados encontrei um projeto incrível de brasileiras que estão buscando recursos para construir uma escola na Uganda, e de cara me candidatei. Você pode se perguntar, se eles são brasileiros então por que Uganda?

Em 2013 a Elisa foi fazer um trabalho voluntário na ONG local TORUWU a partir da Aiesec, no vilarejo de Kikajjo na Uganda. A ONG TORUWU – Training of Rural Women in Uganda – se dedica a oferecer capacitação para mulheres do campo e outros projetos de grande impacto na comunidade de Kikajjo.

Augustine Yiga e Sophie Bemba fundaram a organização TORUWU que, desde 2000, se dedica a oferecer capacitação para mulheres do campo. Através de mais de 6 projetos, geram grande impacto na comunidade de Kikajjo e já receberam mais de 100 voluntários em suas ações. A ONG fundou a escola St. Mary, em 2013, a pedido das mulheres, que não tinham condições financeiras de colocar seus filhos nas escolas da região (mesmo as escolas públicas são pagas).

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No entanto, o espaço físico da escola que é alugado está em condições alarmantes, sofrendo ameaças do ministério da educação e da saúde de fechar a escola e deixar as 100 crianças sem ter para onde ir. Devido essa ameaça de fechar a escola, Augustine e Sophie pediram para a brasileira Elisa, ex-voluntária da ONG (2013), ajudar a realizar o sonho de uma nova escola.

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Como fazer doações sem dinheiro e sem sair de casa – Ribon

Você quer ajudar o mundo a ser um lugar melhor, mas não tem dinheiro ou tempo (ou os dois)?

Você tem um celular?

Então seus problemas acabaram!!!

Eu estava cansada de ver apenas notícias ruins, não sei por qual razão mas parece que os jornais e a mídia só se movimentam e se interessam por tragédias. E não sei você, mas isso me desgasta, porque ainda tento acreditar que no mundo existem mais pessoas boas do que ruins.

Por isso, fazendo uma pesquisa encontrei uma matéria falando do aplicativo Ribon, e é sobre isso que gostaria de compartilhar aqui com vocês hoje. 🙂

O QUE É RIBON?

Três alunos da Universidade de Brasília (UnB) criaram um aplicativo que permite a usuários doarem para causas humanitárias mesmo sem ter dinheiro. A receita do aplicativo vem de  anunciantes, que pagam cada vez que uma propaganda é vista quando o dono do smartphone desbloqueia a tela.

A cada vez que o usuário abre o celular, ele entra em contato com um anúncio. A verba repassada para no Ribon termina indo para ONGs ou outras instituições de combate a fome, sede e doenças nas regiões mais pobres do mundo.Segundo o site do aplicativo, cada pessoa desbloqueia o celular, em média, 150 vezes ao dia.

O nome do aplicativo é uma referência à palavra inglesa que significa “laço”.

COMO O RIBON FUNCIONA?

O Ribon é um aplicativo que te envia boas notícias diariamente. Os usuários além de receberem as notícias geram doações para a caridade sem gastar dinheiro. 🙂

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A dura verdade sobre a crise dos refugiados e os voluntários internacionais

SOBRE A CRISE DOS REFUGIADOS

Existem mais de 50 milhões de refugiados no mundo nesse momento. Esta é a primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial que tantas pessoas tem abandonado suas casas em perigosas jornadas em busca de segurança.

Para nós isso não é tão fácil de entender, sentados em nossas casas confortáveis, usando WIFI para ler este artigo. Mas, para outros, sua rotina diária está agora na estrada, esperando a chance de construir uma nova vida. A crise dos refugiados é complexa, mas vou tentar dar uma visão geral: a maioria dos refugiados está fugindo da violência e da agitação no Oriente Médio, com os principais países representados como Síria, Afeganistão e Iraque. Há também refugiados que tentam deixar as economias em ruínas e os governos abusivos, como os do Kosovo e do Paquistão. E o fato de que alguns dos refugiados estão procurando oportunidades econômicas, em vez de correrem o risco de perder a vida, que alguns meios de comunicação se referem à crise dos refugiados como uma “crise dos migrantes”.

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Milhares de cidadãos tem sido forçados a sair de seus lares em busca de segurança

A maioria dos refugiados se dirigem para a Europa, principalmente pelo mar, e o país que recebe mais refugiados é a Alemanha. Enquanto os alemães inicialmente acolheram os refugiados com os braços abertos, os ataques subsequentes alegadamente realizados por refugiados têm deixado muitas pessoas com medo e o apoio ao recebimento de refugiados despencou. A Hungria e a Suécia também aceitaram muitos refugiados, mesmo quando a Hungria tentou fechar suas fronteiras. O mundo foi movido pela situação dos refugiados e, embora não esteja nos holofotes ou a nossa vista o tempo todo, a crise dos refugiados ainda é uma crise.

MUITOS DE NÓS ESTÃO PERGUNTANDO, COMO PODEMOS AJUDAR OS REFUGIADOS? PODEMOS SER VOLUNTÁRIOS?
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Se você fala alguns dos idiomas mais usados no mediterrâneo existem ainda mais formas de ajudar.

A resposta para isso é – depende. Depende de você e de onde você está.

É o auge do fenômeno do “salvador” pensar que nós, voluntários relativamente privilegiados sempre somos úteis, o tempo todo, apenas aparecendo no lugar. Em vez disso, muitos voluntários podem tornar as coisas mais difíceis aparecendo para trabalhar sem as habilidades e recursos necessários para se sustentar, fazendo assim o oposto de conseguir ajudar verdadeiramente os outros. Vimos isso acontecer após o terremoto no Haiti, onde voluntários bem intencionados inundaram a ilha, e acabaram sendo apenas mais um fardo para os trabalhadores humanitários em dificuldades e os haitianos locais. Após o terremoto no Nepal muitos voluntários foram convidados a ficar em casa e enviar doações ao invés de ir até lá. Da mesma forma como devemos ser cuidadosos com o trabalho voluntário em resposta a desastres naturais como terremotos, também precisamos ter cuidado em situações humanitárias complexas, como a crise dos refugiados.
Se você não pode falar o idioma local, quem vai traduzir para você? Se você não tem condições de bancar sua hospedagem, alimentação e transporte, quem vai fazer essas coisas? Você pode acabar usando o valioso tempo de um trabalhador local que já tem muito trabalho a fazer. Devemos avaliar cuidadosamente a situação, o nosso próprio conjunto de habilidades, e os nossos pontos fortes antes de saltar e se voluntariar com refugiados no exterior.
NÃO DESISTA DA IDÉIA DE SE VOLUNTARIAR

Não devemos desistir do voluntariado por inteiro. Quando a crise dos refugiados começou e refugiados desesperados inundaram a Grécia, foram voluntários e pequenas organizações locais que estavam salvando vidas e apoiando os refugiados. Enquanto as organizações maiores se moviam devagar, recebendo tudo em ordem, os voluntários locais se lançaram em ação. O voluntariado pode, e muitas vezes, salvar o dia! Ainda há muita necessidade, e, se você deseja se voluntariar diretamente com os refugiados, aqui estão os cenários em que o voluntariado poderia realmente ser útil. 🙂
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1. Você possui habilidades e experiência necessárias.

A maioria das oportunidades de voluntariado com refugiados exige que você tenha alguma experiência relevante, pelo menos, a experiência trabalhando culturalmente. Além disso, as habilidades trabalhando com populações vulneráveis, em reassentamento, ensino, assistência médica, aconselhamento e assistência jurídica são de grande utilidade. A experiência em situações de crise e vulnerabilidade de qualquer tipo é muito relevante. Certifique-se de que qualquer organização com a qual você esteja trabalhando perguntará sobre seus antecedentes (e deve fazer uma verificação de antecedentes), então eles não estão deixando ninguém despreparado ir trabalhar com populações vulneráveis.

2. Você fala o idioma.

Os tradutores são sempre úteis! E assim, ninguém mais teria que se dedicar a traduzir para você. Você fala no mínimo o Inglês, ou árabe, Pashto, francês, Dari, Farsi, albanês ou qualquer outro idioma necessário? Fantástico!
E o que há de melhor em habilidades de linguagem é que você pode até mesmo ajudar remotamente, traduzindo documentos, notícias ou posts de blogs para diferentes idiomas.

3. Você pode se manter.

Se você pode se manter, comprando seu vôo, pagando sua hospedagem, sua comida e seu seguro de viagem (não se esqueça!), Então você não precisará obter ajuda financeira de qualquer organização, que poderá usar esse dinheiro para ir diretamente aos refugiados.
Claro, muitas organizações estão felizes em ajudar a pagar salários pequenos ou despesas de viagem para voluntários qualificados, e se eles tiverem o dinheiro, isso é legal! Mas ser você é capaz de se sustentar, e puder pedir-lhes para usar o dinheiro onde mais é necessário com os refugiados, seria ainda mais legal. 😉

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Ainda bem que nem tudo deu certo

Quantas vezes na vida você desejou algo profundamente? E quando não aconteceu como planejado se sentiu frustrado e até mal compreendido no mundo. Bom, eu também, e inúmeras vezes. Mas outro dia fazendo uma avaliação disso cheguei à conclusão de tudo que teria acontecido se Deus, o destino ou quem quer mande no universo tivesse me dado ouvidos.

Bom para começar eu teria realizado meu sonho de infância, onde aos 8 anos eu queria quando fosse adulta trabalhar no Wall Mart andando de patins, tudo o que eu pensava era no quão demais seria trabalhar e me divertir ao mesmo tempo. Pensando bem, até aí eu não estava tão errada. 😄

Talvez tivesse feito Relações Internacionais que foi meu sonho por muito tempo, e depois ter me frustrado de vez ao perceber que não iria salvar o mundo ou arrumar um emprego de Diplomata ali na esquina.

Talvez eu também tivesse feito Moda, acredite se quiser aos 10 anos eu desenhava vestidos de festa. 😊 O que não foi se aperfeiçoando com o tempo, já que hoje sou a pessoa com mais roupa preta no armário por preguiça de fazer combinações.

Talvez no começo dos vinte eu tivesse me casado com algum ex namorado machista (o que me salvou foi assistir Às Pontes de Madison, terminei um namoro no mesmo dia).

Talvez eu tivesse acertado todos os números na mega sena, mas daí não teria tido experiências de pegar um ônibus e três metros pra chegar no trabalho, ou esperar o ônibus na chuva, ou…deixa pra lá, esquece esse também. 😄

Eu com certeza não teria medo de altura, o que somado a minha falta de juízo + teimosia poderia ter me matado a essa altura.

E se tudo isso tivesse acontecido talvez eu não estivesse onde estou hoje, e só agora que eu cheguei aqui, percebi que era onde eu sempre desejei estar. E por mais que a gente brigue com o universo, são os “nãos” que a gente recebe ao longo da vida que ajudam a iluminar o que a nossa visão limitada não consegue enxergar.

Não desista dos seus sonhos, mas também não pire quando nem tudo sair como o planejado. O universo tem um jeito engraçado de nos colocar onde sempre deveríamos estar. Acredite!

Até a próxima!

Tudo o que você precisa saber para ser voluntario no exterior com refugiados

Todos os dias turbulência política e guerras forçam pessoas a saírem de suas próprias casas e países. Tendo que recomeçar suas vidas do nada, esses refugiados muitas vezes precisam lutar diariamente para receber até mesmo as necessidades humanas mais básicas.

Ao se voluntariar no exterior em suporte a refugiados você pode fazer a diferença. Normalmente, esses projetos envolverão trabalhar em um campo de refugiados, ensinar inglês, fornecer assistência médica (se você estiver qualificado), ou apoiar organizações – como o IRC – International Rescue Committee – por meio de trabalhos administrativos.

Tenha em mente que também há muitas maneiras de se envolver a longo prazo com o suporte á refugiados em casa, e você não precisa se voluntariar no exterior para ajudar a causa.

Uma maneira de ajudar é ser voluntário no exterior com uma organização focada em refugiados. Mas o que você deve considerar antes de comprar uma passagem de avião? Onde você pode ir? Que qualificações você precisa? E onde você começa mesmo a busca? Leia mais para descobrir!

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Entrada de refugiados Sírios na Turquia

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Quem disse que a vida não tem preço? Ajude o Joaquim!

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AME Joaquim

Joaquim nasceu em 21 de Julho de 2015, e com apenas dois meses foi diagnosticado com Atrofia Muscular Espinhal (AME) Tipo 1. A ocorrência com Joaquim foi intra-uterina, ou seja, ele não mexe os braços, pescoço, pernas e até mesmo tem dificuldade de deglutir e respirar. Nesses 7 meses de vida, a doença já o afetou muito. Foram 3 paradas cardiorespiratórias e a metade da vida dele foi no hospital. Hoje, Joaquim se alimenta por sonda e já perdeu praticamente todo o movimento, movendo apenas os olhinhos.

A notícia BOA, que encheu todos os corações de esperança, é que foi descoberto um medicamento chamado SPINRAZA, que faz com que a doença se estabilize. Existe um caso de uma criança que faz o uso do tratamento com SPINRAZA e já se alimenta pela boquinha, consegue movimentar seus braços e pernas, e já respira sozinha! O problema é que esse medicamento só chegará ao Brasil no final do ano de 2017,
o que é muito tardio para quem sofre da AME do tipo 1, como o Joaquim.

CAMPANHA AME JOAQUIM

Os pais de Joaquim iniciaram uma campanha nas redes sociais em busca de doações para o tratamento do pequeno Joaquim. A comoção vem sendo muito grande por parte de todas as pessoas e as doações já estão em cerca de dois milhões e seiscentos mil reais (Dados de 17/03/2017), o objetivo é chegar em três milhões de reais para essa primeira parte do tratamento que incluem não só o único remédio aprovado tratar a doença, como gastos com hospital e fisioterapia.

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Feliz dia das mulheres? 

Algumas semanas atras estava fazendo mais de 35 graus em São José eu eu havia ido trabalhar de vestido. Voltando do trabalho o fretado me deixou perto de casa e fui andando o resto do caminho quando dois caras andando atras de mim começaram a assoviar e mexer comigo. 
A minha vontade era de parar e perguntar o que foi que eles queriam, mas eu estava sozinha e travei, fiquei com medo, e continuei andando engolindo as piadinhas. Até que vi um grupo de pessoas na frente de um prédio, parei, fingi mexer no celular e esperei eles passarem por mim, olhando pra trás e dando risadinhas.

Depois que eles passaram segui pra casa, eram 19:30 da noite e eu só queria chegar em casa…

Quando trabalho em Suzano, eu saio às 6h da manhã de casa pra ir pegar o fretado do trabalho, e chego em cima da hora, porque se chego mais cedo tenho que aguentar os caras de carro que passam devagar mexendo comigo. 
Quando trabalho de São Paulo, saio de casa às 5:10 da manhã e minha mãe me leva no ponto que é do lado de casa, porque é perigoso ir sozinha. 
Hoje comecei o dia das mulheres chorando as 7h da manhã porque o motorista do fretado foi grosseiro e desrespeitoso comigo. Talvez minha voz baixa, meus 1,63 de altura e 50kg passam a imagem que podem passar por cima e de que sou frágil. 
Só queria dizer que não adianta você desejar Feliz dia das mulheres em casa pra sua mãe, Irma e esposa, se na rua você é um ESCROTO com as demais. 

Eu trocaria o Feliz dia das mulheres por Feliz dia do respeito, porque é disso que o mundo está precisando. 

E agora estou aqui esperando o fretado pra voltar pra casa, e encarar o motorista grosseiro sem poder falar de igual pra igual, porque vou ter que encarar ele todos os dias sozinha. Me desejem sorte..

A Dreamer 

A maior riqueza do homem

é a sua incompletude.

Nesse ponto sou abastado.

Palavras que me aceitam como sou – eu não aceito.

Não agüento ser apenas um sujeito que abre portas, 

que puxa válvulas, que olha o relógio, 

que compra pão às 6 horas da tarde,

que vai lá fora, que aponta lápis, 

que vê a uva etc. etc.
Perdoai

Mas eu preciso ser Outros.

Eu penso renovar o homem usando borboletas. ❤️🙏🏻
Manoel de Barros

Como ajudar os refugiados sírios de todas as formas possíveis

Hoje li no facebook de uma amiga uma história recente que ela viveu, onde ela comentou com uma outra pessoa a respeito do que esta acontecendo em Aleppo na Síria. Ela disse que sentia muito pelo que estava acontecendo e que estava pensando em alguma forma ajudar. A pessoa que estava com ela perguntou porque ela não ajudava quem estava perto, ao invés de olhar para fora do nosso quintal. Ela divagou um pouco sobre o assunto na sua página, mencionando como as pessoas as vezes podem fazer julgamentos e críticas, mesmo quando sua única intenção é ajudar uma outra pessoa. Eu assim como outras pessoas que leram a sua história ficamos com lágrimas de raiva ou de tristeza por saber que tem pessoas que pensam dessa forma.

A situação dos refugiados não é de hoje, e não é problema somente da Síria, ou da Europa, ou dos Estados Unidos. Os refugiados somos nós, mas com menos sorte, do outro lado da TV, sem opção de mudar a foto no facebook e dizer que sente muito. Eles realmente sentem, e a pergunta a ser feita é: O que você sente a respeito? E o que pode fazer a respeito?

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Mais de um ano atrás eu havia escrito um outro texto contanto algumas formas de ajudar as crianças na Síria, hoje decidi atualizar esse texto e incluir algumas outras formas…até mais simples, mas que podem fazer uma grande diferença.

 

ATITUDE NÚMERO 1: DOAÇÕES

Ajudar os milhões de homens, mulheres e crianças atingidos pela guerra na Síria pode parecer uma tarefa impossível se você estiver á milhares de quilômetros de distância, mas instituições de caridade em todo o mundo estão fazendo um trabalho incrível nesta frente – e eles precisam do seu apoio.

Existem muitos meios de ajudar com recursos, e a partir de muitas instituições sérias. Segue algumas delas: Continuar lendo